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Dicas do Orc - Batman: A Piada "literalmente" Mortal

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Brian and Moore, 1980
Salve, saaaalve aventureiros . . .depois de um longo tempo sem escrever para o Orc Leitor, EU o Orc Anão venho indicar um CLÁAASSICO dos HQs, Batman: The killing Joke, escrita pelo bruxo dos quadrinhos Alan Moore e perfeitamente ilustrada por Brian Bolland. A revista Batman: A Piada Mortal foi publicada pela DC Comics no ano de 1988 e relançada anos depois em 2008 em uma versão de luxo, capa dura e totalmente renovada e recolorida pelo próprio Brian B.





Dicas do Orc, Quadrinhos, DC Comics, Batman, Coringa, Alan Moore, Classic, Orc Leitor, HQs, A Piada Mortal, The Killing Joke, Barbara Gordon, PaninniA revista conta basicamente a história do maior vilão do Batman, e arrisco dizer dos quadrinhos, ele o príncipe insano, o palhaço piadista do crime, mais conhecido como Coringa! A história do arqui-inimigo do Homen Morcego é contada por meio de flashbacks e mostra como um comediante mal sucedido cai no abismo da loucura. "Um dia Ruim - sim! é apenas isso que separa um homem são da loucura." Pelo menos é assim que pensa nosso maquiavélico vilão.Tudo começa no Asilo Arkham quando o Batman descobre que o Coringa fugiu mais uma vez do sanatório, e que, o palhaço insano estava arquitetando um plano para mostrar a todos o que a loucura, por mais simples que seja, pode fazer com um homem, por mais convicto de seus ideais possa vir a cometer atrocidades, ou seja ele queria provar seu ponto de vista enlouquecendo ninguém menos que o maior aliado do Morcegão, comissário Gordon.


Curiosidades e Novidades sobre a obra! 


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Comparação entre a obra Original
 de 1988 e a Definitiva de 2008
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Batman #1, 1940
A Panini recentemente (outubro de 2013) reimprimiu uma leva de quadrinhos clássicos da Marvel e DC, como Batman: Ano Um, Guerra Civil, Os Supremos, Os Novos Vingadores, Batman & Filho entre as novidades da DC estão Batman: A Piada Mortal na sua edição Delux, Capa Dura, Posfácio pelo próprio  Brian Bolland e de cara leva junto a revista Batman #1 de 1940, onde o Coringa apareceu pela primeira vez. 


[CUIDADO - spoiler à frente] 

Dicas do Orc, Quadrinhos, DC Comics, Batman, Coringa, Alan Moore, Classic, Orc Leitor, HQs, A Piada Mortal, The Killing Joke, Barbara Gordon, PaninniRecentemente o escritor escocês  Grant Morrison gerou uma nova polêmica a respeito do fim de A Piada Mortal. Em uma entrevista ao portal Bleeding Cool , o autor afirmou que Batman matou o Coringa no final, ao contrário do que muitos pensavam. (e não venha me dizer que vc ja sabia!! u.u ) Morrison  acredita que na verdade A Piada Mortal é o fim definitivo da relação entre o Coringa e o Batman

Parece brincadeira, mas ainda tem novidades mamilos  polêmicas sobre A Piada Mortal. Recentemente um ex-funcionário de uma loja de quadrinhos de Londres, Billy Hynes vêem publicando fotos de artes originais de HQs. Hynes divulgou  recentemente em seu twitter uma arte em especial de Batman: A Piada Mortal que foi censurada na época pela DC comics, onde é retratado cenas de tortura sexual contra Barbara Gordon.

veja a seguir a imagem Censurada pela DC:

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Barbara Gordon nua


Pois bem Aventureiros, fica aqui a dica do Orc Anão para vocês . . . Um leitura fácil, acessível e indispensável para qualquer que seja fã de HQs.


Review - Tablet Nexus 7 (2013)

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Tablet Nexus 7" (Segunda Geração)

Google & ASUS, 2013/ A partir de $229


Introdução

Em 2012, a Google em parceria com a ASUS lançaram, segundo a mídia especializada, o melhor tablet 7 polegadas do ano: o Nexus 7. Um ano se passou e o aparelho, mesmo sendo top de linha e aclamado pela qualidade, ficou devendo em vários quesitos: falta de câmera, medias já desproporcionais para o mercado, potencia gráfica limitada pelo tempo etc. A parceria voltou então em 2013, com um novo produto, preparada para manter a posição no mercado e de não cometer os mesmos erros. Confira a baixo as nossas impressões do produto e se ele consegue manter-se no topo.

O SISTEMA


Por ser um produto da Google, obviamente o sistema não poderia ser outro senão o Android. O tablet chegou no mercado com a versão 4.3 Jelly Bean do sistema, sendo atualizado rapidamente nos meses seguintes pela própria Google para a versão 4.4 Kit Kat, a ultima e mais sólida atualmente.

A maioria dos aplicativos principais já estão adaptados ao novo sistema, deixando tudo melhor ainda. Agora o Android conta de fábrica com aplicativos próprios de notas e lembretes em nuvem, o Google Keep, versões mais funcionais de Relógio, Quick Office e a Google Play Suite também estão presentes. Além do ótimo Google Now, o "siri" do lado de cá do ringue, que conta com reconhecimento vocal de pesquisa o "Ok, Google", que abre diversas possibilidades de comando por voz como abrir aplicativos ou verificar o tempo, por exemplo. Além de mostrar cotações da bolsa, lugares próximos de lazer, placares de jogos, trânsito, clima e outros mimos. 

UI do Google Now

A TELA

A tela do Nexus 7 é um diferencial e tanto. Com uma resolução superior ao Full HD, de 1920x1200, o tablet se destaca de quase tudo que existe hoje em dia no mercado. O ppi (pixels per inch, ou densidade de pixel por polegada) também é incrível: 323, superando facilmente a tela retina de produtos como o iPad 4 e o iPad Mini, inclusive também de outros Android famosos, como o Galaxy Note 8. A tela se mostrou bem responsiva e exibe vídeos em HD de forma muito positiva. A iluminação também é excelente, sendo necessário 40% para o uso cotidiano.

Tudo isso contribui para um leitura primorosa. Se o aparelho conseguisse deixar o preto "real" e sem brilho nenhum, como aparelhos como o Kindle ou Kobo, seria tão útil na leitura como os e-readers citados. O texto é incrivelmente limpo e nem sempre e necessário dar zoom para se ler confortavelmente, coisa que nem sempre acontece em telas de 7 polegadas.

O DESEMPENHO

Tudo o que foi testado no aparelho rodou com muita fluidez. Jogos como Shadowgun e Clash of Clans por exemplo não tiveram nenhum "engasgo" de processamento. Inclusive, jogos emulados de Playstation 1 rodaram sem maiores problemas também. O processador Snapdragon S4 Pro Quad-core 1,5 GHz concede uma ótima resposta à todas as necessidades do usuário. No teste, abrimos até 14 aplicações, incluindo jogos como citados anteriormente, e ainda conseguimos ver um vídeo em HD no YouTube tranquilamente. A memória RAM de 2 giga poderia ser maior, mas dá conta do recado.

Benchmark Nexus 7 2013 blog orc leitor
Benchmark do Nexus 7 2013, 18428 pontos (credits to tested.com)




















O DESIGN

O aparelho é bem sóbrio de uma maneira geral. Não tendo nenhum atrativo mas também nada que o abone de ter um visual clean e bonito. Possui entrada P2 na parte de cima, para fone de ouvido, e uma mini USB na parte de baixo, que serve como saída HDMI (necessário adaptador), entrada de carregador etc. As dimensões são bem reduzidas: 7,9 x 4,5 x 0,34 polegadas (pesando 290 g), ou seja, dá pra ser carregado até mesmo em uma pasta ou um grande bolso de calça. A tempo, poderia ter Gorila Glass... até quando Google?


A CONECTIVIDADE E ARMAZENAMENTO

Se o Nexus 7 tem algum ponto negativo que possa ser realmente um empecilho é o fato dele não ter entrada para cartão de memória. Sim, os 16 ou 32 gb de HD que você pode comprar serão os que você poderá contar, resumindo. Isso é realmente muito ruim, principalmente para quem o usa como aparelho principal da casa e precisa armazenar muita coisa. Mas nada que a nuvem não possa corrigir, não é mesmo? Dropbox, Google Drive e etc estão ai pra isso. Ainda mais vendo que isso é uma tendencia de mercado: todos os iPad, iPhones e Nexus estão vindo sem essa possibilidade de expansão.

Sobre a conectividade, Bluetooth e Wi-fi estão em todos os modelos. Enquanto o 3G e o 4G são de modelos específicos, que são largamente comercializados na Europa e EUA. Onde a coisa realmente funciona.

review nexus 7 android blog orc leitorO aparelho também conta com GPS, Acelerômetro, Sensor de Luz e reconhecimento facial para desbloqueio de tela. O que é realmente impressionante para o preço que o produto possui.

A AUTONOMIA

Aqui temos um item bem confuso. A Google promete um uso de 10 horas com esse aparelho sem recarregar um única vez. Sim é possivel, mas vamos alguns fatos:

- Se o uso for muito pesado o aparelho não atinge essa meta. Google Now, tela com brilho alto, Wi-Fi sempre ligado e redes sociais, incluindo YouTube, derrubam o aparelho em 6/7 horas.

- Caso contrário, com opções de economia acionadas como controle do brilho de tela, Google Now desligado, Wi-Fi e GPS somente quando acionados e uso médio de navegação e redes sociais por exemplo, arrancam fácil incríveis dois dias do aparelho. Sim, é possível e muito impressionante por sinal.

Portanto, depende. Essas 10 horas são possíveis e até extensíveis, mas também podem ser bem menores, dependendo muito do usuário.

DEMAIS RECURSOS

Para corrigir nessa nova versão, a Google resolveu colocar duas câmeras no aparelho. Nenhuma das duas é brilhante, a frontal não passa de uma simples (porém útil) VGA, enquanto a traseira, de 5 MP, tira boas fotos em ambientes iluminados e grava em 1080p. Nada surpreendente, mas visto que estamos falando de um tablet isso é sim um diferencial.

O som é Dolby Surround, com duas saídas de áudio, e a coisa realmente funciona. Pode-se ouvir grande distinção entre graves e agudos de filmes e séries, a música também fica bem clara e cristalina. Entretanto, o volume não é tão alto, sendo realmente indicado para ambientes silenciosos. Nada que um bom fone de ouvido não resolva.

PONTOS ALTOS
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Tela
Bateria
Processamento
Android limpo e direto da Google
Preço

CONTRAS

Ainda não se encontra no mercado Nacional
Memória não expansível 

NOTA: 5/5

Orcrítica - Filhos do Éden: Herdeiros de Atlântida

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Crítica Filhos do Éden: Herdeiros de Atlântida (Livro 1)

Eduardo Spohr, Brasil/2011 (Editora Verus)


A Batalha do Apocalipse foi, definitivamente um divisor de águas. Iria até mais longe do que isso, diria que foi um marco na literatura atual brasileira. As mudanças que o livro trouxe foram muitas, destacaria incluir novos adeptos e interessados na nossa literatura atual como também mostrar que livros fantásticos podem dar certo no Brasil. Ler Filhos do Éden antes de ABdA não faz muito sentido, cronologicamente até funcionaria, mas conhecer o universo criado pelo autor de forma mais impactante é justamente o inverso, aproveitando primeiro uma obra fechada e que serve de parâmetro para ser aprofundado na nova série em questão.

Em Filhos do Éden, Eduardo Spohr muda um pouco a maneira o qual narra sua história. O livro antecessor era focado exclusivamente em narrar os fatos que levaram a acontecer um grande evento, talvez o maior dentro do universo criado pelo autor. Por esse motivo, a história no geral não possui uma grande aproximação emocional ou grandes laços sentimentais entre os personagens, ou até mesmo entre o papel e você. 

Nesse volume a coisa é diferente. Você é levado ao tempo que antecedeu essa grande catástrofe, podendo conhecer melhor o mundo o qual a história se passa e vendo tudo de uma perspectiva menos emergencial. Quem o leva para essa caminhada é Kaira, uma capitã dos exércitos de Gabriel (Arcanjo que conhecemos em ABdA), que após uma missão aqui na Terra acaba perdendo sua memória e se desviando completamente de seus propósitos.

Toda a caminhada de Kaira para se lembrar de quem era e de seu passado é narrada de maneira primorosa. Nada no livro é forçado, dando uma fluidez quase cinematográfica, dividindo-o entre um claro começo, meio, conflito e o fim. Isso pode ser ruim para um livro você me pergunta, tamanha simplicidade? Não, completamente o contrário.

O estilo do autor é justamente o que faz isso possível, Eduardo Spohr é simples da maneira correta. O primeiro livro contém muitas referencias do mundo pop, a história é conduzida sem descrições muito profundas, a ação é constante e as parte conflitantes são narradas como se fossem verdadeiras batalhas de vídeo-game. Francamente? Isso é exatamente o que todo mundo quer um uma série como essa.


Entretanto, mesmo saindo dos "padrões" no primeiro livro, o segundo é bem focado em relacionamentos e fechamento de várias pontas soltas do mesmo. Ver Karia se relacionando com outros anjos e procurando suas soluções é um prato cheio para o autor nos situar novamente e nos engajar para uma nova jornada. Tudo é feito de forma bem tranquila, dando tempo para podermos nos ambientar novamente e lembrarmos de estar em uma nova série. Com outro ritmo. Outros tempos.

Pode-se estranhar Herdeiros de Atlântida a primeira vista. Reconhecer que os anjos em questão estão se apaixonando seria um fato estranho para leitores antigos, acostumados ao ritmo mais frenético de ABdA. Mas tudo faz sentido e é coerentemente prazeroso de se ler. Alguns desses novos fatos podem atrapalhar um pouco, a constante reafirmação dos instintos dos anjos segundo suas castas deixam o livro um tanto repetitivo em algumas partes. A empatia com alguns personagens principais também pode demorar um pouco a aparecer, deixando toda essa "lacuna" de sentimentos para ser preenchida nos últimos momentos da narrativa.

Contudo, Herdeiros de Atlântida é o primeiro livro de uma série. Qualquer impacto negativo que o livro venha a causar pode ser colocado provisoriamente de lado e ser posto a prova em seu volume seguinte, o que, como autor já mencionou, serve de complemento e tem uma abordagem distinta. Para fãs da obra, Filhos do Éden começa como um grande filme, a jornada encarada por Kaira e seus companheiros nada mais é do que um bom blockbuster que serve de entrada para uma nova história. De fato, distancia-se um pouco da grandeza que as coisas aconteciam na grande batalha do apocalipse, previamente abordada, mas não o torna de forma alguma menos importante ao Spohrverso.

3/5



Sensacional fan-trailer de Vingadores vs Liga da Justiça

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Navegando pelas interwebs da vida, dou de cara, quase que sem querer, com esse incrível fã trailer sobre um Mash Up entre os universos da Marvel Comics e da Dc Comics. O vídeo foi produzido pelo youtuber Mr88668866 que mesclou  diversas cenas de filmes e séries  da Marvel com os da DCpara criar um trailer que é de deixar qualquer fã, de ambos os universos, de queixo no caído e olhos marejados! 

 Assistam:








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